quarta-feira, 29 de março de 2017

Lava Jato, o Filme. Metalinguagem pura: o crime organizado faz filme sobre o crime organizado






Nenhum político da história política do Brasil sairia limpo, sem nenhuma prova contra, patrimônio ou quantia, após a devassa de quase uma década a que Lula foi submetido. Nenhum. Nem esse protótipo de coronelzinho de esquerda do Ciro Gomes.

Perseguido com obstinação missionária, difamado diariamente em todas as mídias do país, Lula sai muito mais limpo que entrou, é fantástico isso, a mega operação de caça ao Lula só provou a honestidade sem tamanho dele, ao mesmo tempo que desenha, pela própria maneira com que foi feito o filme, a falta de caráter e o modo criminoso e persecutório que guiou as ações dá Lava Jato.


A farsa dá Lava Jato e a maneira e com que o filme sobre ela foi financiado e montado são pura metalinguagem, trapaça travestida de combate à corrupção, corrupção para combater suposta corrupção, financiamento obscuro, filmagens e vazamentos criminosos, é o próprio crime organizado se organizando para produzir um filme sobre o crime organizado.

Hipocrisia despudorada contra quem não se apurou nada além de mentiras, blindar tipos como Aécio, Serra, Temer e perseguir um personagem como Lula.

A realização desse filme desonesto prova também a falta de caráter, inteligência, responsabilidade e ética profissional desses anões morais do topa tudo por dinheiro que se dispuseram a encenar essa novela meganhesca nas telas do cinema, o critério de parceria criminosa com patrões como os Marinhos que norteia a carreira desses filhos da puta que nem deveriam ser chamados de atores:

Calloni, Serrado, Flávia Alessandra, e o decrépito Ary Fontoura são Faustos Silvas de Goethe, é assim serão lembrados na dramaturgia brasileira. Os "sem noção" que em um momento de golpe de estado venderam a alma ao diabo à custa de alguns trocados

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