terça-feira, 28 de março de 2017
O Risco do Brasileiro é nascer, o resto é por Aí.
O Brasil sempre confundiu o mundo e os brasileiros. Em 1502, quando o experiente navegador Américo Vespúcio se defrontou com a exuberância da Baia de Guanabara, ele pensou que se tratava da foz de um rio, reza a lenda que esse engano batizou a cidade.
A nudez daquela gente bronzeada contrastava com os casacos de veludo da coroa, o éden tropical de liberdades amorais extasiava os dogmas cristãos, a alegria negra, amarela, desorganizava a melancolia branca, confundia, misturava, seduzia.
Somos diferentes, exóticos, inconscientes, caóticos, quentes. Somos todos os tipos de gente. Já quisemos ser portugueses, franceses, americanos. Tupy or not tupy, o risco do brasileiro é nascer, o resto é por aí.
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